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	<title>Quando os Dados Rolam... &#187; Inspirações</title>
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	<description>Só mais um blog de RPG</description>
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		<title>STEAMPUNK (PARTE 1)</title>
		<link>http://www.qdr.com.br/index.php/2009/11/steampunk/</link>
		<comments>http://www.qdr.com.br/index.php/2009/11/steampunk/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 29 Nov 2009 20:00:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>marcio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Inspirações]]></category>
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		<description><![CDATA[<img src="http://www.qdr.com.br/imagens/icones_categoria//inspira.jpg" width="60" height="60" alt="" title="Inspirações" /><br/>Olá a todos, e sejam bem vindos a mais uma edição do QDR!
Depois de certa ausência, voltamos com uma matéria mais voltada para um de nossos projetos. Trataremos aqui de um elemento que particularmente aprecio, e considero que traz certo gosto especial a qualquer cenário de fantasia: STEAMPUNK!!
Sigamos então com a matéria!
Enjoy!

Ok.
Muitos devem estar se [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<img src="http://www.qdr.com.br/imagens/icones_categoria//inspira.jpg" width="60" height="60" alt="" title="Inspirações" /><br/><p>Olá a todos, e sejam bem vindos a mais uma edição do <strong>QDR</strong>!</p>
<p>Depois de certa ausência, voltamos com uma matéria mais voltada para um de nossos projetos. Trataremos aqui de um elemento que particularmente aprecio, e considero que traz certo gosto especial a qualquer cenário de fantasia: <strong>STEAMPUNK</strong>!!</p>
<p>Sigamos então com a matéria!</p>
<p><strong>Enjoy</strong>!</p>
<p><span id="more-350"></span></p>
<p>Ok.</p>
<p>Muitos devem estar se perguntando: O que é <em>Steampunk</em>?</p>
<p><em><img src="http://www.qdr.com.br/wp-content/uploads/2009/11/steampunk-251x300.jpg" alt="steampunk" hspace="5" width="251" height="300" align="left" />Steampunk</em> é um subgênero da ficção científica, também chamado de ficção especulativa que trata diretamente de obras ambientadas no passado, ou num universo semelhante a uma época anterior da história humana, normalmente o períoo <em>Renascentista</em> ou <em>Vitoriano</em>. Neste cenário, os paradigmas tecnológicos modernos ocorreram mais cedo do que na história real, mas seguindo outro rumo em seu desenvolvimento. A ciência rumou para o uso incondicional do vapor como força motriz de máquinas diversas, experimentos com gases estranhos e metais como cobre e estanho impregnando tudo ao redor.</p>
<p>Entre as muitas criações fora de época estão: computadores de madeira, dirigíveis, navios, carros e motos a vapor, construtos e robôs estilo relógio (clockwork, ou seja, com engrenagens e sistemas de funcionamento similares a de um relógio), pistolas de ar e gás comprimido, mochilas foguete, etc.</p>
<p>Seu universo fantástico nasceu de obras de autores como <strong>Júlio Verne</strong>, <strong>H.G. Wells</strong>, <strong>Mark Twain</strong> e <strong>Mary Shelley</strong>, no fim do século XIX. Nele uma realidade espaço-temporal surge, na qual a tecnologia mecânica a vapor teria evoluído até níveis impossíveis, ou improváveis.</p>
<p><img src="http://www.qdr.com.br/wp-content/uploads/2009/11/steampunk-nerf-guns2-300x225.jpg" alt="steampunk-nerf-guns" hspace="5" width="300" height="225" align="right" />Este tipo de enfoque não é novidade, tanto na mídia quanto nos <strong>RPGs</strong>. O gênero <em>Steam</em> (vapor em inglês) há muito vem se popularizando e se mostra aos nossos olhos em filmes e desenhos animados como, a série <strong>O Mundo Perdido</strong>, a HQ <strong>Rocketeer</strong>, o filme <strong>Capitão Sky e o Mundo de Amanhã</strong>, o seriado e o filme <strong>James West</strong>, o filme <strong>De Volta Para o Futuro III </strong>e os anime <strong>Steamboy</strong> e <strong>Full Metal Alchemist</strong>. Os filmes <strong>A Liga Extraordinária</strong> e <strong>Van Helsing</strong> são outros exemplos de filmes que trabalham exatamente este período da literatura. Viagens sobre trilhos de trens, verdadeiros hotéis flutuantes vagando em zepelins e máquinas extravagantes de funcionamento complicado que faz pouco mais do que um despertador pulula em cada canto do mundo.</p>
<p>O termo &#8220;<em>steampunk</em>&#8221; se originou no final dos anos 80 como uma variante de &#8220;<em>cyberpunk</em>&#8220;, pois suas histórias nada mais eram que uma versão tecnologia a vapor da hiper ciência cibernética futurista do gênero, focado em temas <em>noir</em> e <em>ficção pulp</em>, seguindo o apelo utópico das sensibilidades dos romances de ficção científica do século XIX. A tecnologia é baseada na real, teórica ou cinemática, da era <em>vitoriana</em> (1837-1901). Motores a vapor, aparelhos mecânico, e motores de diferença são a principal marca do gênero, criando uma miríade de veículos fantásticos para a realidade ambientada. Alguns romances datam de períodos anteriores a era Vitoriana, beirando o medieval, e muitos abrangendo o terror e a fantasia como elementos adicionais a trama. Sociedades secretas e teorias conspiratórias são elementos vigentes da trama, e até influências de mestres do terror como <strong>H. P. Lovecraft</strong> podem ser vistas, abrangendo com isso o ocultismo e cenários mais góticos.</p>
<p><img src="http://www.qdr.com.br/wp-content/uploads/2009/11/steampunk-watch_1_42kff_3342-300x225.jpg" alt="steampunk-watch_1_42kff_3342" hspace="5" width="300" height="225" align="left" />Ok! Agora que abrangemos o básico da temática <em>Steampunk</em>, vamos seguir com os filhos diretos desse cenário fantástico: <strong>A História Alternativa</strong> e a <strong>Ucrônia</strong>.</p>
<p><strong>História alternativa</strong></p>
<p>A <em>História Alternativa</em>, ou <strong>Alohistória</strong>, é um linha alternada do tempo que nasceu de certos eventos dos romances <em>Steampunk</em>, e alguns até fora do gênero, que visam ditar certos fatos históricos de forma diferente. Com isso, eventos e pessoas assumem papéis diferentes do que aconteceram na nossa realidade.</p>
<p>O primeiro exemplo de história alternativa foi escrito por <strong>Tito Lívio</strong>, que fala sobre a possibilidade de <em>Alexandre, o Grande</em>, ter partido para a conquista a oeste, antes de lançar suas tropas para o leste, o que o teria feito atacar Roma no século IV A.C.</p>
<p><strong>Louis Napoléon Geoffroy-Château</strong> foi o primeiro romancista a tratar diretamente sobre a <em>Alohistória</em>, em seu romance <em>Napoléon et la Conquête du Monde</em>, 1812-1813. Neste livro, <strong>Château</strong> descreve que <em>Napoleão</em> teria conquistado Moscou antes do desastroso inverno de 1812, o que lhe possibilitaria dominar boa parte do mundo. O romance <em>P.s Correspondance</em> de 1845, do escritor inglês <strong>Nathaniel Hawthorne</strong>, trata sobre um homem aparentemente louco e que parece perceber uma realidade na qual figuras políticas e personalidades literárias já falecidas em 1845, tais como os poetas <em>Burns, Byron, Shelley </em>e<em> Keats</em>, o ator <em>Edmund Kean</em>, o político britânico <em>George Canning</em> e mesmo <em>Napoleão Bonaparte</em> ainda estão vivas. Enquanto o romance inglês <em>Aristopia</em> de <strong>Castello Holford</strong> (1895) narra o que teria sucedido se os primeiros colonizadores da Virgínia tivessem encontrado um recife de ouro puro, o que teria permitido estabelecer uma sociedade utópica na América do Norte.</p>
<p><img src="http://www.qdr.com.br/wp-content/uploads/2009/11/DragonCon2008_SteamPunk_1591-225x300.jpg" alt="DragonCon2008_SteamPunk_1591" hspace="5" width="225" height="300" align="right" />Ou seja, todo fato que possa alterar o rumo da história, mesmo que brandamente, gera a <em>Alohistória</em>, abrindo um leque de possibilidades para romances <em>Steampunk</em>, e por que não, campanhas. Porém, o maior exemplo de <em>Alohistória</em> é sobre a <strong>Ucrônia</strong>.</p>
<p><strong>Ucronia</strong> é um subgênero da literatura, associada ou não à ficção científica. Suas obras fazem referência a um período hipotético da história do nosso mundo, em contraste com lugares e mundos fictícios. Similar à história alternativa, esse conceito difere pelo fato de que os tempos <em>ucrônicos</em> não são claramente definidos, quase sempre situados em algum passado remoto. Um excelente exemplo de período <em>ucrônico</em> é a <em>Era Hiboriana</em> de <em>Conan, o Bárbaro</em>, assim como toda história ambientada por volta da época ou logo após a queda da <em>Atlântida</em>.</p>
<p><em>Ucronia</em> significa literalmente &#8220;não-tempo&#8221;, e essa expressão surgiu em 1876 por obra de <strong>Charles Renouvier</strong>, que a utilizou no título de seu romance <em>Uchronie</em> (<em>L&#8217;Utopie dans l&#8217;histoire</em>). <em>Esquisse historique apocryphe du développement de la civilisation européenne tel qu&#8217;il n&#8217;a pas été, tel qu&#8217;il aurait pu être</em>. (UFA!)</p>
<p>Um tema <em>Ucrônico</em> recorrente é o da Alemanha Nazista que não foi derrotada na Segunda Guerra Mundial, gerando novas divisões geográfico-políticas, como no livro de 1962 &#8220;<em>O Homem do Castelo Alto</em>&#8221; de <strong>Philip K. Dick</strong>.</p>
<p>Sigamos agora com um guia de referência, para os interessados sobre o tema <em>Steampunk</em>, <em>Alohistória</em> e <em>Ucrônia</em>:</p>
<p><strong><img src="http://www.qdr.com.br/wp-content/uploads/2009/11/steampunk-predator-1-300x225.jpg" alt="steampunk-predator-1" hspace="5" width="346" height="260" align="left" />Blogs:</strong></p>
<p><em>Today in Alternate History</em> (em inglês): um blog que apresenta &#8220;Importantes Eventos na História que Não Aconteceram Hoje&#8221;, em várias linhas temporais.</p>
<p><em>Histalt.com</em> (em inglês): coleção de links de história alternativa organizada por Richard J. (Rick) Sutcliffe.</p>
<p><strong>Livros de Alohistória:</strong></p>
<p>Livy&#8217;s History of Rome: Book 9</p>
<p>Chapman, Edgar L., and Carl B. Yoke (eds.). Classic and Iconoclastic Alternate History Science Fiction. Mellen, 2003</p>
<p>Collins, William Joseph. Paths Not Taken: The Development, Structure, and Aesthetics of the Alternative History. University of California at Davis 1990</p>
<p>Gevers, Nicholas. Mirrors of the Past: Versions of History in Science Fiction and Fantasy. University of Cape Town, 1997</p>
<p>Hellekson, Karen. The Alternate History: Refiguring Historical Time. Kent  State University Press, 2001</p>
<p>Rosenfeld, Gavriel David. The World Hitler Never Made. Alternate History and the Memory of Nazism. 2005</p>
<p>Snider, Adam. &#8220;Thinking Sidewise: Tips for building an Alternate History collection&#8221;. School Library Journal Abril de 2004</p>
<p><strong><img src="http://www.qdr.com.br/wp-content/uploads/2009/11/steampunklcd1-300x286.jpg" alt="steampunklcd1" hspace="5" width="300" height="286" align="right" />Livros sobre Ucronia: </strong></p>
<p>John Reilly&#8217;s Alternative History (em inglês)</p>
<p>Ensaios de História Alternativa (em português) por Gerson Lodi-Ribeiro. Texto disponível em formato PDF para download.</p>
<p>Utopiaucronia: nel mondo della storia alternativa » (em italiano) mais de 3000 histórias alternativas em Italiano</p>
<p>Storia e Fantasy: un connubio possibile, auspicabile… ma non assoluto (em italiano)</p>
<p><strong>Livros sobre Steampunk:</strong></p>
<p>Age of Unreason Trilogy, de Gregory Keyes</p>
<p>Anti-Ice, de Stephen Baxter</p>
<p>Automated Alice, de Jeff Noon</p>
<p>L&#8217;équilibre des paradoxes, de Michel Pagel</p>
<p>The Grand Ellipse, de Paula Volsky</p>
<p>Greatwinter trilogy, de Sean McMullen</p>
<p>Homunculus, de James Blaylock</p>
<p>Infernal Devices, de K. W. Jeter</p>
<p>The Light Ages, House of Storms, de Ian R. MacLeod</p>
<p>Lord Kelvin&#8217;s Machine, de James Blaylock</p>
<p>Morlock Night, de K. W. Jeter</p>
<p>A Nomad of the Time Streams, de Michael Moorcock</p>
<p>Perdido Street Station, The Scar, Iron Council, de China Miéville</p>
<p>The Steampunk Trilogy, de Paul Di Filippo</p>
<p><img src="http://www.qdr.com.br/wp-content/uploads/2009/11/5121212122.jpg" alt="5121212122" hspace="5" width="271" height="359" align="left" />The Sundowners Series, de James Swallow</p>
<p>The Woman Between the Worlds, de F. Gwynplaine MacIntyre</p>
<p>Steampunk: Histórias de um Passado Extraordinário, de Gianpaolo Celli, ed. São Paulo: Tarja Editoria, 2009. Antologia de histórias brasileiras de steampunk.</p>
<p>The Adventures of Luther Arkwright e Heart of Empire, or The Legacy of Luther Arkwright, de Bryan Talbot</p>
<p>Baker Street, de Gary Reed e Guy Davis</p>
<p>Batman: The Doom that Came to Gotham (DC Comics Elseworlds), de Mike Mignola e Troy Nixey</p>
<p>Batman: Gotham by Gaslight (DC Comics Elseworlds), de Brian Augustyn e Mike Mignola</p>
<p>Batman: Master of the Future (DC Comics Elseworlds) by Augusten e Eduardo Barreto</p>
<p>Girl Genius, de Phil e Kaja Foglio</p>
<p>Ironwolf, de Howard Chaykin e Mike Mignola</p>
<p>JLA: Age of Wonder (DC Comics Elseworlds), de Adisakdi Tantimedh e Galen Showman</p>
<p>Justice Riders (DC Comics Elseworlds), de Chuck Dixon e J.H. Williams III</p>
<p>The League of Extraordinary Gentlemen 1898, de Alan Moore</p>
<p>Leviathan, de Ian Edginton e D&#8217;Israeli</p>
<p>Neotopia, de Rod Espinosa</p>
<p>Steam Detectives manga, de Kia Asamiya</p>
<p>Steampunk, de Joe Kelly e Chris Bachalo</p>
<p>Texas Steampunk series by Lea Hernandez: Cathedral Child e Clockwork Angels</p>
<p><strong><img src="http://www.qdr.com.br/wp-content/uploads/2009/11/steampunk-ironman-207x300.jpg" alt="steampunk-ironman" hspace="5" width="207" height="300" align="right" />RPGs Steampunk:</strong></p>
<p>Brassy&#8217;s Men by Interactivities Ink (Live action role-playing game)</p>
<p>Castle Falkenstein, de Mike Pondsmith</p>
<p>Deadlands</p>
<p>DragonMech, de Goodman Games</p>
<p>Etherscope, de Goodman Games</p>
<p>Forgotten Futures</p>
<p>GURPS Steampunk, de William H. Stoddard</p>
<p>Iron Kingdoms, de Privateer Press</p>
<p>Sorcery &amp; Steam, de Fantasy Flight Games</p>
<p>Space: 1889</p>
<p>Terra Incognita, de Scott Larson (Based on Fudge)</p>
<p>Victoriana, de Heresy Gaming</p>
<p>Warhammer Fantasy (mostly renaissance e gunpowder age in nature)</p>
<p><strong><img src="http://www.qdr.com.br/wp-content/uploads/2009/11/steampunk_by_preilly-209x300.jpg" alt="steampunk_by_preilly" hspace="5" width="310" height="445" align="left" />Filmes</strong>:</p>
<p>Viagem à Lua (1902)</p>
<p>The Impossible Voyage (1904)</p>
<p>A Conquista do Pólo (1912)</p>
<p>Frankenstein (1931)</p>
<p>A Noiva de Frankenstein (1935)</p>
<p>O Homem Invisível (1933)</p>
<p>A Ilha do Dr. Moreau (1933, 1977, 1996)</p>
<p>As Minas do Rei Salomão (1937, 1950, 1985)</p>
<p>20,000 Léguas Submarinas (1954)</p>
<p>O Fabuloso Mundo de Júlio Verne (1958)</p>
<p>Da Terra à Lua (1958)</p>
<p>Viagem ao Centro da Terra (1959)</p>
<p>A Máquina do Tempo (1960, 2002)</p>
<p>Mysterious Island (1961)</p>
<p>Master of the World (1961)</p>
<p>Cinco Semanas num Balão (1962)</p>
<p>First Men in the Moon (1964)</p>
<p>The City Under the Sea (War Gods of the Deep) (1965)</p>
<p>Capitão Nemo e a Cidade Submarina (1969)</p>
<p>The Asphyx (1972)</p>
<p>As Aventuras de Mark Twain (1982 claymation)</p>
<p>O Segredo da Pirâmide (1985)</p>
<p>O Castelo no Céu (1986 anime)</p>
<p>As Aventuras do Barão de Munchausen (1988)</p>
<p>De Volta para o Futuro &#8211; Parte III (1990)</p>
<p>Mary Shelley&#8217;s Frankenstein (1994)</p>
<p><img src="http://www.qdr.com.br/wp-content/uploads/2009/11/steampunk_24.jpg" alt="steampunk_24" hspace="5" width="292" height="413" align="right" />Ladrão de Sonhos (1995)</p>
<p>Mousehunt (1997)</p>
<p>Wild Wild West (1999)</p>
<p>A Lenda do Cavaleiro sem Cabeça (1999)</p>
<p>Atlantis: The Lost Empire (2001)</p>
<p>Le Pacte des Loups (O Pacto dos Lobos) (2001)</p>
<p>A Liga Extraordinária (2003)</p>
<p>Hellboy (2004)</p>
<p>Steamboy (2004 anime)</p>
<p>Van Helsing (2004)</p>
<p>A Volta ao Mundo em 80 Dias (2004)</p>
<p>Capitão Sky e o Mundo de Amanhã(2004)</p>
<p>Lemony Snicket&#8217;s A Series of Unfortunate Events (2004)</p>
<p>Os Irmãos Grimm (2005)</p>
<p>Howl&#8217;s Moving Castle (2005 anime)</p>
<p><strong><img src="http://www.qdr.com.br/wp-content/uploads/2009/11/strmtrpr_metal-224x300.jpg" alt="strmtrpr_metal" hspace="5" width="272" height="364" align="left" />Televisão:</strong></p>
<p>The Adventures of Brisco County, Jr., FOX series</p>
<p>Arabian Nights (2000 TV series)</p>
<p>Doctor Who: Pyramids of Mars, The Talons of Weng Chiang, Ghost Light (1989), BBC Books Past Doctor Adventures novel Imperial Moon, de Christopher Bulis;</p>
<p>Doctor Who Series 2 (2006): Tooth e Claw, Rise of the Cybermen, The Age of Steel (BBC e Sci-Fi Channel science-fiction series)</p>
<p>Fullmetal Alchemist, anime/manga series</p>
<p>Jack of All Trades, syndicated series</p>
<p>Kino&#8217;s Journey, anime TV series</p>
<p>Last Exile, 2003 anime from Gonzo Digimation</p>
<p>Legend, series</p>
<p>Nadia: The Secret of Blue Water, anime TV series</p>
<p>Read or Die, OVA</p>
<p>Reign: The Conqueror (1997/2003 anime miniseries)</p>
<p>Sakura Wars, anime TV series</p>
<p>The Secret Adventures of Jules Verne, Sci Fi Channel series</p>
<p>Secret of Cerulean Sand, anime TV series</p>
<p>The Lost World (TV series)Arthur Conan Doyle The Lost World, syndicated series</p>
<p>Sherlock Hound, 1984 anime TV series</p>
<p>Steam Detectives, anime TV series</p>
<p>The Wild Wild West, ABC series</p>
<p>The Vision of Escaflowne, anime TV series</p>
<p>Trigun, anime TV series</p>
<p><strong><img src="http://www.qdr.com.br/wp-content/uploads/2009/11/steampunk_dalek11-227x300.jpg" alt="steampunk_dalek11" hspace="5" width="282" height="373" align="right" />Videogames:</strong></p>
<p>Alone in the Dark</p>
<p>American McGee&#8217;s Alice</p>
<p>Amerzone</p>
<p>Arcanum: of Steamworks e Magick Obscura</p>
<p>Baten Kaitos: Eternal Wings and the Lost Ocean</p>
<p>Chrono Trigger</p>
<p>Chrono Cross</p>
<p>Clive Barker&#8217;s Undying</p>
<p>Dark Cloud 2</p>
<p>Darkwatch</p>
<p>Dungeon Siege</p>
<p>Dungeon Siege: Legends of Aranna</p>
<p>Final Fantasy</p>
<p>Final Fantasy V (Neo-Clássico)</p>
<p>Final Fantasy VI (Toscano/Vitoriano/Western/Steampunk/Magitech/Mecânico)</p>
<p>Final Fantasy VII (Cyberpunk/Moderno)</p>
<p>Final Fantasy IX (Steampunk/Vitoriano)</p>
<p>Final Fantasy X (Magitech/Mecânico/Etéreo)</p>
<p>GunValkyrie</p>
<p>Impossible Creatures</p>
<p>Iron Grip</p>
<p>Jak e Daxter</p>
<p>Legacy of Kain</p>
<p>Lighthouse</p>
<p><img src="http://www.qdr.com.br/wp-content/uploads/2009/11/Cfalkdragon.jpg" alt="Cfalkdragon" hspace="5" width="272" height="361" align="left" />Martian Memorandum</p>
<p>Medievil 2</p>
<p>The Elder Scrolls III: Morrowind</p>
<p>The Elder Scrolls IV: Oblivion</p>
<p>Myst franchise</p>
<p>Nightmare Creatures</p>
<p>Pandemonium</p>
<p>Ragnarok Online</p>
<p>Rise of Nations: Rise of Legends</p>
<p>Rocket Knight Adventures</p>
<p>Sakura Wars</p>
<p>Septerra Core</p>
<p>Shining Force Series</p>
<p>SkyGunner</p>
<p>Skies Of Arcadia</p>
<p>Slouching Towards Bedlam</p>
<p>Space: 1889</p>
<p>Steamband</p>
<p>Steambot Chronicles</p>
<p>Steel Empire</p>
<p>Syberia</p>
<p>Tail Concerto</p>
<p>The Chaos Engine</p>
<p>The Dark Eye</p>
<p>The Longest Journey</p>
<p>Thief</p>
<p>Wachenroder</p>
<p>Wild ARMs series (Western)</p>
<p>Warcraft e série World of Warcraft</p>
<p>Worlds of Ultima II: Martian Dreams</p>
<p><strong><img src="http://www.qdr.com.br/wp-content/uploads/2009/11/bret1-199x300.jpg" alt="bret1" hspace="5" width="199" height="300" align="right" />Música:</strong></p>
<p>Murder by Death &#8211; Who Will Survive, e What Will be Left of Them</p>
<p>Ben Houge &#8211; Arcanum: Of Steamworks e Magick Obscura Soundtrack</p>
<p>Chris Vrenna &#8211; American McGee&#8217;s Alice &#8211; Official Soundtrack</p>
<p>Vernian Process &#8211; Discovery</p>
<p>Vernian Process &#8211; The Forgotten Age</p>
<p>The Dresden Dolls &#8211; Debut Studio Album</p>
<p>Philip Glass &#8211; Glassworks</p>
<p>Jill Tracy &#8211; Diabolical Streak</p>
<p>Arena &#8211; Pepper&#8217;s Ghost</p>
<p>Duke Special &#8211; Adventures in Gramophone</p>
<p>Duke Special &#8211; Your Vandal  Songs</p>
<p>Blood Brothers &#8211; &#8220;Cecilia e the Silhouette Saloon&#8221; from Burn  Piano Island, Burn</p>
<p>The Smashing Pumpkins &#8211; &#8220;Tonight Tonight&#8221; from Mellon Collie e the Infinite Sadness</p>
<p>Modest Mouse &#8211; &#8220;The Devil&#8217;s Workday&#8221; from Good News for People Who Love Bad News</p>
<p>The Faint &#8211; &#8220;Southern Belles in London Sing&#8221; from Wet from Birth</p>
<p>Trail of Dead &#8211; &#8220;Source Tags e Codes&#8221; from Source Tags &amp; Codes</p>
<p>Trail of Dead &#8211; &#8220;After the Laughter&#8221; from Source Tags &amp; Codes</p>
<p>Trail of Dead &#8211; &#8220;Counting Off The Days&#8221; from The Secret of Elena&#8217;s Tomb</p>
<p><strong><img src="http://www.qdr.com.br/wp-content/uploads/2009/11/16326749_1201643307_Onto_the_stratosphere_by_likaspapaya-186x300.jpg" alt="16326749_1201643307_Onto_the_stratosphere_by_likaspapaya" hspace="5" width="186" height="300" align="left" />Videoclips:</strong></p>
<p>Nine Inch Nails &#8211; &#8220;The Perfect Drug&#8221;</p>
<p>Kaiser Chiefs &#8211; &#8220;I Predict a Riot&#8221;</p>
<p>The Smashing Pumpkins &#8211; &#8220;Tonight Tonight&#8221;</p>
<p>Billy Corgan &#8211; &#8220;Walking Shade&#8221;</p>
<p>The Rasmus &#8211; &#8220;In the Shadows&#8221; (US version)</p>
<p>Stiffs, inc. &#8211; &#8220;Nix, Nought, Nothing&#8221;</p>
<p>Thursday &#8211; &#8220;Counting 5, 4, 3, 2, 1&#8243;</p>
<p>The Dresden Dolls &#8211; &#8220;Coin-Operated Boy&#8221;</p>
<p>Tenho que aprender a fazer posts menores.</p>
<p>Bom, fico por aqui.</p>
<p>Até mais.</p>
<p><strong><em>Ishnu-alah!</em></strong></p>
<p style="text-align: center"><strong><em><img class="aligncenter size-full wp-image-371" style="border: 1px solid black; margin: 1px;" src="http://www.qdr.com.br/wp-content/uploads/2009/11/steampunklab.jpg" alt="steampunklab" width="480" height="360" /><br />
</em></strong></p>
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		<title>Me aventurando como mestre</title>
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		<pubDate>Mon, 28 Sep 2009 11:09:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>ByM</dc:creator>
				<category><![CDATA[Inspirações]]></category>
		<category><![CDATA[4ª Edição]]></category>
		<category><![CDATA[D&D]]></category>
		<category><![CDATA[D&D 4E]]></category>
		<category><![CDATA[Dungeons & Dragons]]></category>
		<category><![CDATA[Dungeons & Dragons 4ª Edição]]></category>
		<category><![CDATA[RPG]]></category>

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		<description><![CDATA[<img src="http://www.qdr.com.br/imagens/icones_categoria//inspira.jpg" width="60" height="60" alt="" title="Inspirações" /><br/>Como já falei antes, o que eu mais gostei do novo Dungeons &#38; Dragons foi a sua organização. A planilha ficou mais arrumada, o sistema mais enxuto, os cartões com seus poderes e itens mágicos e o maior uso (a meu ver) de mapas e miniaturas. Os livros, apesar de perderem um pouco na parte [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<img src="http://www.qdr.com.br/imagens/icones_categoria//inspira.jpg" width="60" height="60" alt="" title="Inspirações" /><br/><p>Como já falei antes, o que eu mais gostei do novo <strong>Dungeons &amp; Dragons </strong>foi a sua organização. A planilha ficou mais arrumada, o sistema mais enxuto, os cartões com seus poderes e itens mágicos e o maior uso (a meu ver) de mapas e miniaturas. Os livros, apesar de perderem um pouco na parte visual <em>- eu gostava mais do character design da edição antiga -</em> ficaram muito mais fácil de procurar os poderes, feitiços habilidades, etc. E o mais importante <strong><em>para mim</em></strong>: de entender o que o meu personagem podia ou não podia fazer. Eu joguei pouco mais de duas partidas, mas confesso que me apaixonei&#8230;</p>
<p><span id="more-278"></span></p>
<p>Esse sábado teve o <strong>D&amp;D Game Day</strong> no Bob&#8217;s da Tijuca e eu e alguns amigos fomos lá. A priori íamos jogar uma campanha de Furries no <strong>BESM </strong>e comprar algumas miniaturas, mas na última hora resolvi do nada mestrar D&amp;D 4E. Em primeiro lugar quero elogiar o pessoal da organização. O material distribuído para os mestres estava muito bem feito. O Kit dado de brinde vinha com uma aventura, mapa, fichas, miniaturas de papel e miniaturas para os mestres. Além disso, teve diversos sorteios (minha mesa teve dois ganhadores, <em>rá</em>).</p>
<p>Mas não se prendendo a detalhes, posso dizer que mestrar D&amp;D foi uma experiência divertida. Apesar de todos os trolls que falam que o 4E mais parece um MMORPG, eu tive a prova de que é possível haver interpretação em Dungeons &amp; Dragons. Meu grupo (mais da metade eu jogava pela primeira vez) foi bastante legal e a aventura, improvisada e levemente baseada na aventura distribuída fluiu bem e o único combate na mesa foi relativamente tranqüilo. Acho que me saí bem (o grupo se divertiu e isso é o que importa).</p>
<p>Bom, é isso. Não sei quando vou mestrar de novo, mas gostei bastante.</p>
<p>Segue as fotos do kit do mestre e das minhas minis:</p>
<p><img src="http://www.bymarco.com.br/img_posts/dnd_day/01.jpg" alt="01" /><br />
Parte do kit do mestre <em>(livros não inclusos)</em></p>
<p><img src="http://www.bymarco.com.br/img_posts/dnd_day/02.jpg" alt="02" /><br />
Miniaturas que eu ganhei</p>
<p><img src="http://www.bymarco.com.br/img_posts/dnd_day/03.jpg" alt="03" /><br />
Mais detalhes das miniaturas</p>
<p><img src="http://www.bymarco.com.br/img_posts/dnd_day/04.jpg" alt="04" /><br />
As planilhas dos personagens</p>
<p><img src="http://www.bymarco.com.br/img_posts/dnd_day/05.jpg" alt="05" /><br />
Minhas aquisições mais recentes</p>
<p><img src="http://www.bymarco.com.br/img_posts/dnd_day/06.jpg" alt="06" /><br />
Parte das minhas minis</p>
<p><img src="http://www.bymarco.com.br/img_posts/dnd_day/07.jpg" alt="07" /><br />
Como naõ podia deixar de ser, anões e mais anões</p>
<p><img src="http://www.bymarco.com.br/img_posts/dnd_day/08.jpg" alt="08" /><br />
Um direbear e sete <span style="text-decoration: line-through;"><em>cadáveres</em></span> aventureiros</p>
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